terça-feira, 20 de abril de 2010

Merda...No meio de algo que não se explica, que não se entende como desconhecido, apenas se estende de uma forma inexplicável e continua. Não estamos presentes porque apenas decoram o nosso nome, como se decora um conceito para o teste de ciências do sexto ano. Sentamos e fingimos que algo é connosco, que aquele sorriso genuino e verdadeiro foi nos dirigido. Apenas porque algo não funciona, eu finjo funcionar e tudo é normal, é como se fosse. Resta-nos apenas saber quanto tempo durará tudo isto. Na realidade, a solução está em sabermos quando o relógio irá parar. São 365 dias de história e de histórias que não existem e não se contam. Não é comigo, é com eles e é passageiro, sem fim à vista. Engraçado, muito engraçado, mas nem dá vontade de rir. E siga, mais umas palavritas, porque o tempo não se esgota e é escasso. "É o que resta da guerra!", pessoas felizes e sem preocupações, o mundo ideal, os encontros sem nervos, as acções sem consequências.
Viva a esta felicidade, viva a esta LOUCURA!

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